Divisão Bryophyta

Ciclo de vida de um musgo verdadeiro

Em seu ciclo de vida, os esporos são produzidos na cápsula, que se abre quando o opérculo cai (1). O esporo haplóide germina, formando um protonema filamentoso emaranhado (2), do qual se desenvolve um gametófito folhoso (3).
Anterozóides são produzidos no anterídeo maduro e alcançam um arquegônio (4), sendo atraídos quimicamente para o canal do pescoço. Dentro do arquegônio (5), um dos anterozóides funde-se com a oosfera produzindo o zigoto (6). O zigoto divide-se mitoticamente formando o esporófito; ao mesmo tempo, o ventre do arquegônio se divide formando a caliptra. O esporófito consiste em uma cápsula (esporogônio), que é geralmente levantada pela seta (também parte do esporófito), e em um pé, através do qual circula o alimento do gametófito (7). Ocorre meiose dentro da cápsula, resultando na formação de esporos haplóides. O musgo mostrado aqui é uma espécie do gênero Polytrichum.